the land of confusion

empty inside


Escrevo em tom baixo, as palavras evocadas do fundo do meu estômago. Porque sim, esse meu coração deixou de existir, evaporou-se para o tempo das sombras, a frieza assombrou-me o espírito.
Desapareceu a harmonia da música e da alegria, e agora, tudo o que penso, faço, falo ou escrevo, são ecos dos meus pensamentos, num caos difuso elaborado, sintetizado e literalmente vomitado do meu cérebro.
Despi-me de ressentimentos, despi-me de confusões, e agora na nudez que escondo por trás deste véu em que me enclausurei, vejo o mundo em tons de sépia, e um dia... um dia espreitarei pela janela fosca e verei a minha vida, em forma de nuvem e sonharei que um dia estive no céu.

radiant... one more step


I saw you across the room
I knew
I had to have you.
yes, I will have you.

interior suícida


É fácil quando nos escondemos por trás de uma máscara ou simplesmente atrás de alguém e desde já digo: estou farta destas merdas.

12:44 24/09/09


"A sério? Então é desta que a gente se casa né?"
CLAROOO.

anatomia da desilusão


A minha voz cansada e asfixiada tem travos de canela e no seu timbre doentio e ensurdecedor existem doces frutos.
As fissuras da minha pele, são saudades envelhecidas de horizontes desabados junto à dura lembrança derrotada pela inconsciência do remorso.
As minhas mãos, são escravas da persistência, irrompendo de cegas ilusões que um dia foram clamores de mais além.
E quem de mim hoje sabe? Se quem de mim vê, pouco além da aparente transparência da fumaça do cigarro, que avança no interior do ser, arranhando esta boca que na presença do discurso descortina o véu do aquém além, numa visão efémera. És engolido, és dissolvido, és palavra morta na minha voz. E facilmente na memória remota deste cérebro desfragmentado serás facilmente prendido, e no toque das minhas mãos, escorregarás na extremidade dos meus dedos.

no futuro


A chama intensa do olhar, extingue-se ao tombar do sol, numa tarde de inverna triste e melancólica.
Caí a noite, rigorosa.
A vidraça, embaciada, impede o clarão que inrrompe do céu, pernoitar na nobreza de um sonho numa noite de verão. No caminho da penumbra, na dura calçada, no qual tropeço em discórdias e memórias dos vultos vivos que assombram o meu pensamento a diário. E é que algo avassalador, abruptamente corroí-me as entrenhas, é a dor do vazio.
Junto ao mar, paralisei no halo do tempo.
Indolor à amarga solidão, atravesso as brumas das memórias e alcanço o perfil mitigado da felicidade.

I'm walking after you


- "Tenho uma surpresa para ti."
- O quê?
- "Não tenhas medo e confia em mim."
- Que andas a aprontar?
- "Fecha os olhos."
- Eu confio em ti.

- Já posso abrir?
- "Ainda não."

- "Agora!"

- Não há palavras que descrevam as minhas emoções.
- "Gostaste?"
- Uma rosa branca e um envelope vermelho.
- "Já leste?"
- Aceito.
- "Queres mes..."
- Quero. Não tenho medo.
- "Aceitas o meu convite, para jantarmos sexta?"
- Deste modo, é impossível recusar. Sabes sempre como me agradar.
- "Gosto de ti."
- Já não posso negar, que já não me és indiferente.

outro lugar


"Porque a minha mão infatigável procura o interior e o avesso da aparência
porque o tempo em que vivo morre de ser ontem
e é urgente inventar outra maneira de navegar
outro rumo,
outro pulsar para dar esperança aos portos que aguardam pensativos."

demais


Eu amei-te demais.
Muito para além de mim mesma,
Desesperadamente...
Sem despedidas, palavras ou sinais,
Deixaste-me perdida.
Sem olhares.
Hoje.
Hoje, ainda abro a janela
E curvo-me no parapeito,
Espreitando tudo o que me rodeia
Aqui nas alturas.
E eu espero.
Espero pela tua volta.
Pelo teu sorriso misterioso.
Pelas tuas mil e uma facetas.
E estática olho (recordo).
Atenta às mentiras,
Destaco promessas soltas
E detalho a tua ausência.
E fico a conhecer que...
Existiu um só erro:
O de te amar demais.

desafio

1. Colocar uma fotografia individual:



2. Escolher um artista / banda: Nirvana

Desafio:
3. Responder às seguintes questões somente com títulos de canções do artista / banda escolhido:

És homem ou mulher? Marygold
Descreve-te: Depressed
O que é que as pessoas pensam de ti? Smells Like Teen Spirit
Como descreves o teu último relacionamento? Do You Loved Me?
Descreve o estado actual da tua relação: Heartbreaker
Onde querias estar agora? Loundry Room
O que pensas a respeito do amor? Dumb
Como é a tua vida? The Man Who Solds the World
O que pedirias se pudesses ter só um desejo? Cocaine Girl
Escreve uma frase sábia: You Know You're Right

Desafio alterado:
3. Responder às seguintes questões somente com títulos de canções:

És homem ou mulher? The Nobodies
Descreve-te: The Patient
O que é que as pessoas pensam de ti? Bleed the Freak
Como descreves o teu último relacionamento? More than a Feeling

Descreve o estado actual da tua relação: When Love and Hate Collides

Onde querias estar agora? Lost Heaven
O que pensas a respeito do amor? Always
Como é a tua vida? Rebirth

O que pedirias se pudesses ter só um desejo? Another Brick in the Wall

Escreve uma frase sábia: Peace, Love and Understanding

Alterei ligeiramente o desafio. Ao invés de responder ao questionário somente com canções da banda eleita por mim, deversifiquei as respostas alternando-as com canções de outras bandas. Nomeadamente (por ordem de resposta) Marylin Manson, Tool, Alice in Chains, Boston, Def Leppard, Black Label Society, Bon Jovi, Angra, Pink Floyd e A Perfect Circle.

Passo o desafio, a quem visita o meu blog. Uma forma gratificante de auto-reconhecer-nos, nas músicas que ouvimos.

farta.


Sinceramente? Estou farta de cinismos e falsas empatias. Não gosto de pessoas com desdobramento de personalidade e falsas preocupações. Não gosto mesmo de falsidades e facilitismos.
Um aviso: comigo ou agem sempre da mesma maneira ou não agem.
Acho que fui explicita e directa.
UM FODASSE GIGANTE.

soraya


Por entre os instantes de melancolia, embriago-me nos meus pensamentos e nas minhas memórias, percorro-as sem direcção definida. Obtenho resultados nestas experiências indefinidas, que por muito más que se apresentem, a longo prazo são o meu elixir de força e maturidade.

Nos traços definidos da minha juventude em flor, revelo-me mulher. Uma mulher imperfeitamente normal. Com toneladas de defeitos e uma ou duas virtudes, com um feitio complicado e uma má língua. Usufruo do meu juízo, para apontar o dedo a qualquer alvo. É irremediável e efectivo.

Construo a diário a minha personalidade e cada vez mais, apercebo-me da feliz ou infeliz vantagem, da inflexibilidade dos meus princípios e decisões. O orgulho que me preenche todos os poros da pele, ao saber que dificilmente me desdobro em duas, simplesmente por me sujeitar a pressões sociais. Sou do que sou feita.

Hoje, não me critico negativamente, não noto as minhas diferenças, não noto nada de novo e de "podre" em mim.

Hoje apenas sou eu. Soraya.

(12.15h) até já


- "Já te disse que gosto de ti?"
- Já.
- "Gosto mesmo muito de ti miúda."
- Eu sei.
- "Que dizes?"
- Não comento.
- "Posso lutar por ti?"
- Se quiseres.
- "Estás afim?"
- Já estive mais longe de dizer que não.
- "Amo-te."
- Não sejas aldrabão.
- "Tens tabaco?"
- Sim.
- "Vou buscar-te ao café."
- De mota?
- "Sim!"
- Então... vamos para longe.
- "Contigo para todo o lado."
- Contigo, sinto-me alguém mais leve. Nunca te disse.
- "Até já."
- Até já.

nothing else matters


É impressionante, há quantos anos esta musica não me fazia chorar. Repito quase maquinalmente, mentalmente, cada palavra de cada estrofe... "never care for what they do", "so close, no matter how far"...
A nostalgia que me assombra a alma a cada acorde da guitarra acústica. Como se a minha vida, fosse tecida em notas musicais, que as palavras fossem os meus passos e a voz, o meu guia.

would?

hate me today

Há dias em que me odeio. E hoje... hoje é um deles.

scene


Embalada numa doce melodia, que enchia os meus ouvidos, suavemente instalei-me junto ao mar, mais uma vez, e fiquei petrificada a admirar tanta majestade. Invadida pela melancolia, recordei o abraço, recordei aquele imenso porto de abrigo, onde na mais violenta tempestade eu me encontrava abrigada. Na harmonia, de um porto seguro.
A desilusão, aludia os meus sentidos, pronunciou-se num baque surdo que interrompeu a musica que ouvia. A areia já não tinha a mesma textura que antes, o cheiro da maresia extinguio-se, o som das ondas a rebentarem em espuma junto à beira deixara-se de ouvir. Os meus sentidos foram baralhados, perderam-se por entre labirintos do mundo, fiquei cega de ver tanto, o céu que eu própria recriei, perdeu brilho. As estrelas perderam a sua luminosidade, a lua, num gesto próprio deixou de se desenhar neste céu.
Agora, somente existe um espaço onde me encontro. Num mundo à parte, onde grito com todas as forças existentes em mim, em que os vultos do mundo real somente são figurantes neste palco onde me encontro. Sozinha, represento, e lembro que um dia fui autora de uma história em que fui obrigada a escrever fim.
Encadernei este livro, com cabedal e fios de ouro, onde na minha prateleira irei guardar, para que mais um dia possa recordar, como é escrever uma história assim.
As horas passaram e eu não as vi, era noite. Levantei-me do areal e caminhei, iluminada pelas luzes dos candeeiros colossais da praia. Estava admiravelmente sozinha. Até a natureza me abandonou.

land of confusion


A confusão, invadio-me o cérebro sem premissão. Instalou-se, descondensou toda a harmonia que neste regia.
Estou confusa e não sei o que fazer.

*


I think I was special.

la fiestaaa



Sexta, meu festão. Sexta, minha viragem. Sexta, minha acção. Sexta, és a minha diversão. Sexta, minha salvação. Sexta, dia 11/09.

(dia 11/09 vou de pequeno fim-de-semana para casa de uma amiga, AIÉE.)

a minha resposta é: sim


"I'm paying for my mistakes, have you ever felt the blame?"

refúgio


Por entre tanta gente, tantas outras coisas encantadoras, como uma casa que muitos sonham, coisas tão perfeitas quanto na imaginação de todos, estava eu. Em uma, das muitas cadeiras que se encontravam em volta da mesa, como musica "Dead Memories" de fundo, a fumar um cigarro .
Perdida nos meus pensamentos.
Apesar de tudo foi um refúgio.
Sorri sem constrangimento.

nostálgia


Ainda procuro, por quem não esqueci. Por quem já não volta, por quem eu perdi.

diálogos


- Estou?
- "Ainda bem que atendeste. Queria ouvir-te."
- Já ouviste, que queres?
- "Quero que desças até à porta do teu prédio. Estou à tua espera."
- Não desculpa, não vou.
- "Peço-te. Desce."
- Não quero. Vou desligar...
- "Espera, porfavor!"
- Que queres? Porfavor deixa-me.
- "Não te quero deixar. Desce."
- Vou desligar.

- Importas-te de paráres de ligar? Estou a ficar farta.
- "Não vou desistir de ti."
- Desiste porfavor.
- "Não quero! Desce!"
- Mas para que?
- "Já vês, porfavor, desce."
- Não me convences.
- "Vai fazer-te bem."
- Vai?
- "Trás o capete, que está no guarda-vestidos de madeira no 2º andar."
- Vamos viajar?
- "Vamos ver o mar e o luar. Vens?"
- Desculpa, não me sinto bem. Não vou.
- "Porfavor..."
- Não sabes como me sinto, não insistas.
- "Eu vou ficar aqui. "
- Vai-te embora. Não te...
- "Não me afastes... porfavor."
- Se eu descer, prometes que me deixas?
- "Não."
- Então não vou.
- "Porfavor, eu espero por ti."
- Chega!

- Importas-te de saíres da porta do meu prédio?
- "Importo. Já vou em meio maço fumado, se for preciso vou comprar outro e volto para aqui."
- Chato, és louco!
- "... Por ti..."
- Não me gozes, conhecemos-nos à anos...
- "Que tem isso? Larga o telemóvel, desce porfavor."
- Não quero, não posso, estou farta de tudo!
- "Uma oportunidade."
- Não.
- "Porfavor, não sejas teimosa. Sempre tiveste esse defeito, desde miuda."
- Pára de me chagar.
- "Amor..."
- CHEGA!

- Nunca mais me chames isso.
- "Tudo bem."
- Vais continuar aí?
- "Vou."
- Estás com frio?
- "Um bocadinho."
- Ainda bem, eu aqui estou quentinha. Logo, esquece a minha ida aí.
- "Não me obrigues a trepar seis andares."
- És louco!
- "Por ti..."
- Não digas isso.
- "Tu não... tu não estás a chorar, pois não?"
- Estou. Deixa-me.
- "Agora não te vou deixar."
- Se gostas de mim, vai embora, porfavor.
- "Eu gosto de ti, e se é isso que queres eu faço."
- Obrigado por compreenderes.
- "Mas... promete-me uma coisa."
- Não gosto de promessas.
- "Prometes que não me afastas de ti?"
- ... prometo.
- "Não te esqueças que eu te a..."
- Mas eu não. Gosto de ti, e é só. És meu amigo.
- "Amanhã tomas café comigo? Eu vou buscar-te a casa."
- Não sei...
- "Vem porfavor, vamos tomar um café na esplanada que mais gostas. Eu levo-te margaridas, sei que adoras."
- É tentador mas...
- "Mas o quê?"
- Mas eu estou tão mal, sinto-me com vontade para nada. Apenas quero estar sozinha.
- "Não sejas egoísta, eu quero estar contigo."
- Não te quero magoar... sabes o que se passou.
- "Não interessa o que se passou, interessa o que se vai passar."
- Não quero mais nada, porfavor não insistas.
- "Um café. Margaridas? Deixa-me ouvir o teu riso."
- Estúpido! Fizeste-me rir.
- "Eu adoro o teu riso."
- É riso de hiena!
- "É um riso único."
- Pára!
- "Anda lá, ó covinhas."
- Cínico!
- "Tu adoras-me!"
- Uma merda!
- "Mauuu."
- Amanhã...
- "13h00 à porta da tua casa, vou levar-te a almoçar."
- Estamos em crise!
- "Vá láaaa."
- Salafrário!
- "VADIAAAA."
- Aceito.
- "O quê?"
- Aceito.
- "Mais alto, acho que não ouvi bem."
- Aceito.
- "Combinado?"
- Combinado.
- "Gosto muito de ti."
- Eu não, caí fora!
- "Amanhã?"
- Sim parvo, amanhã.
"És uma loira muito deficiente."
Margaridas?
- "Claro! Trazes capacete?"
- Sim, eu levo.
- "És a maior."
- Vai-te lixar.
"Contigo."
- Ordinário.
- "Com muito gosto."
- Bem, adeus.
- "Só «adeus» Mal agradecida!"
- Adeus, até manhã.
- "Ainda não estou satisfeito."
- 3, 2, 1 e...
- "A..."
Nem te atrevas!
- "Porfavor, esquece."
- Não consigo.
- "Merda para ti!"
- Para ti também!
- "Até manhã, beijinho. Eu mando mensagem."
- Não vou responder!
- "Quero que durmas. E que durmas bem."
- Sim «pai».
- "Eu preocupo-me contigo."
- Não quero!
- "Como estão as coisas em casa?"
- Na mesma, desde a última vez que te contei.
- "E tu, como estás com isto tudo?"
- Além de tudo? Mal, não lhes estou a conseguir passar a minha força.
- "Tens comido?"
- Muito mal.
- "Por amor de Deus! Come!"
- Epá, não me apetece!
- "Fodasse, não me obrigues a ligar para os teus pais!"
- Eles já perceberam. A minha mãe já sabe, o meu pai já se apercebeu que algo está errado ou mal.
- "Deixa de ser otária miuda!"
- Otário és tu!
- "Amanhã, até o prato engoles!"
- Deves!
- "Faz um sorriso para mim..."
- Não. Não vês. Para que esforçar e criar mais rugas de expressão?
- "Comigo essa não pega ó ranhosa."
- Vai-te foder!
- "Anormal!"
- Olha, vou desligar.
- "E eu, vou fazer-me à estrada e vou para casa. Vou mandar-te uma mensagem."
- Não tens mais nada que fazer além de me chatear?
- "Pensar em ti."
- Que desperdicio de tempo.
- "Não. Não é!"
- Vá, agora a sério. Até manhã, um beijinho.
- "Assim foi melhor, vês custou muito?"
- Vá... vá...
- "Até manhã, beijinhos."

- Sim?
- "Gosto imenso de ti."

hallucinating


Walking down these dying streets
I thought I heard you call my name
But it was only in my mind
You were never there at all.

all hope is gone


I ask myself
Is all hope lost?
Is there only pain and hatred, and misery?
And each time I feel like this inside,
There's one thing I wanna know:
What's so funny 'bout peace love & understanding?

foreclosure of a dream


Muito perto da realidade, toquei no véu do tempo, desloquei o sol do horizonte, mergulhei-o no oceano e gelei o fogo proveniente do interior da terra. Toquei, na maior estrela, abrigada no pano azul de fundo conhecido como céu, dei mais cor ao arco-íris, que me visita nos dias chuvosos.
Da minha janela fotografo as partículas viajantes do espaço, nanométricamente minúsculas. Respiro fundo, estico a mão, e eis que acontece o impossível.
-Toco o ar.
... Na sinistralidade da noite, vagueio numa rua estreita, escura. Não sei onde estou. Percorro-a, em pés descalços e tornozelos nus, uma encharpe nos ombros, de vestido de linho, branco como a neve proveniente dos Alpes Suíços. Um feixe de luz encandeia os meus olhos, cega a ansiedade da loucura que electrizante preenchia a minha pele... corri em direcção a ela. A sua intensidade aumentava, ao ritmo descontrolado do meu batimento cardíaco, o ar quase me faltava.
De repente, dei por mim num prado verde, fértil em tudo, com os mais pequenos e delicados frutos da mãe-natureza.
Ao fundo... bem no fundo, quase a escapar da minha linha de vista, avistei um espectro negro, encostado a uma árvore. Aproximei-me...
Parei um momento ao observar, a estranha forma que repousava junto aquela paisagem verde pura. Uma rajada de vento fez esvoaçar o meu cabelo e fez-me desequilibrar. Fiquei assente no chão. Quando me quis levantar, algo me apoiou e ajudou no percurso até que os meus pés fossem a única parte do meu corpo a tocar as ervas verdes. Curiosa, olhei para trás e não vi nada.
De fundo, algo me disse que, "quando menos se espera, o impossível se torna realidade".

stuffs