the land of confusion

i'm lost without you

Foram incontáveis as vezes que te expulsei do meu pensamento, e as noites em que as lágrimas foram minhas companheiras na solidão do dia que havia passado.
Fomos amantes, fomos cúmplices, fomos amigos (os melhores amigos), fomos duas metades de um todo... e agora, que recordo os nossos momentos sós, desejo-os novamente e não os alterava, em nada. Quase que sinto o teu beijo, quase que sinto o teu amaço e o teu calor junto ao meu corpo.
Quando o dia nasce, quando o dia morre, quando a lua alcança o manto negro que abraça a terra, eu abro a porta do meu quarto e deixo-a permanentemente aberta até ao romper do sol na manhã seguinte; procuro-te exaustivamente nos recantos mais longínquos para a minha visão, mantenho sempre, o meu olhar atento e paciente, imagina-te a caminhares para mim - como antigamente fazias.
Onde estás agora? É a pergunta mais frequente do meu coração, que lateja de dor com a tua ausência.
Oiço-te no silêncio, vejo-te no invisível... mas é apenas fruto do meu imaginário. São as ilusões e os meus sonhos que apelam ao teu nome. Por isso, mantenho-me desperta, mantenho a minha fé... sei que um dia vais voltar.

2 comentários:

Isa Meireles disse...

quanto mais dizemos «vai» mais elas querem ficar.. essas.. as recordações tão presentes no nosso coração!
Não lhes digas para ir, retira delas o melhor que elas te podem ensinar *

jane taylor disse...

para mim não foi difícil. até foi fácil. escrevi tal como se estivesse a escrever para outra pessoa.

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